sábado, 31 de julho de 2010

Alemanha lança satélite para fazer mapa tridimensional da Terra

Satélite TanDEM-X (foto: Eads Astrium/M. Pikejl)

TanDEM-X vai voar em formação com o quase idêntico TerraSAR-X


Foi lançado em órbita nesta segunda-feira o satélite TanDEM-X, com a missão de compilar o mais preciso mapa em três dimensões da superfície da Terra.


O radar alemão vai voar em formação com um outro satélite idêntico, chamada TerraSAR-X, lançada em 2007.


Juntos, os dois satélites vão medir a variação de altura em todo o globo.


O mapa em três dimensões poderá ser usado para vários fins, entre eles, auxiliar aviões militares a voar em alturas extremamente baixas e ajudar equipes de resgate a avaliar onde foram os piores estragos após um terremoto, por exemplo.


“Nosso objetivo é gerar um modelo com resolução e qualidade que não existem hoje”, explicou Vark Helfritz, da empresa de imagens por satélite Infoterra GmbH.


“Este será um produto verdadeiramente global e ‘sem costuras’ – não será uma ‘colcha de retalhos’ de dados enviados por diferentes satélites e colocados juntos”, disse ele à BBC News.


O TanDEM-X foi levado para o espaço por um míssil balístico intercontinental adaptado, partindo do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.


Órbita


O foguete foi lançado às 5h14 da manhã, hora de Brasília, e um sinal confirmando a separação do satélite foi recebido 29 minutos depois, por uma estação de rastreamento na Antártida.


O novo satélite foi colocado em uma órbita polar paralela à órbita do TerraSAR-X, cerca de 514 km acima do planeta.


“É a primeira vez que dois satélites foram colocados em formação tão próxima”, disse o brigadeiro Thomas Reiter, ex-astronauta e atual membro do painel executivo do Centro Aeroespacial Alemão (DLR).


“Suas órbitas os aproximam com um mínimo de distância de cerca de 200 metros. Isso será bastante desafiador para os controladores da missão, como você pode imaginar.”


Os radares vão emitir pulsos constantes de microondas contra a superfície do planeta. Ao medir o tempo que sinais levam para retornar à sua fonte de origem os instrumentos determinam as diferenças de altura.


O fato de os dois satélites estarem em formação tão próxima vai permitir que um deles aja como um transmissor/receptor e o outro como um segundo receptor.


Aplicações


Para que o satélite consiga mapear todos os 150 milhões de quilômetros quadrados da superfície da Terra serão necessários pelo menos três anos.


As observações por radar já têm extenso uso em aplicações militares, civis e científicas, como nas recentes avaliações de fenômenos como a erupção do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia, e o vazamento de petróleo no Golfo do México.


A visão de microondas do TerraSAR-X permitiu que especialistas pudessem acompanhar e avaliar o status do vulcão islandês apesar de ele estar coberto por uma nuvem de cinzas. E no caso do vazamento, o satélite pode acompanhar o avanço da mancha de óleo no mar durante o dia e à noite, graças aos sinais de radar refletidos das água poluída.


Com a melhoria na precisão dos dados enviados pelo TanDEM, as aplicações deverão ser estendidas e aprofundadas.


Operadores de celulares, por exemplo, vão usar o modelo digital de elevação para escolher os melhores locais para a instalação de mastros; o setor de aviação poderá usar os dados para planejar rotas aéreas mais seguras; planejadores urbanos poderão avaliar riscos de enchentes com mais precisão e autoridades marítimas poderão usar a informação para rastrear piratas e navios de pesca ilegais.


A missão TerraSAR-X/TanDEM-X é operada por uma parceria público-privada. A Agência Espacial Alemã é dona do hardware, a EADS Astrium construiu os satélites e a Infoterra GmbH tem os direitos comerciais exclusivos sobre os dados.


Já há planos para lançar um outro satélite, para dar continuidade ao trabalho desta missão.


O próximo passo seria uma tecnologia de alta resolução e de grande alcance que permitiria que imagens de grande escala da superfície, extremamente detalhadas, sejam registradas em uma única passagem.


Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Esquecer o Farol Alto? Nunca mais!



É isso aí. Para aqueles motoristas esquecidinhos (quem nunca fez isso) que deixa sempre o farol alto acesso e acaba atrapalhando outros motoristas, chegou o COMMUTER. Esse sistema desenvolvido por três estudiosos, entre eles Dovany Nonato, promete trocar o facho dos faróis dos automóveis automaticamente.


Estudos mostram que a visão ofuscada pelo farol alto demora até sete segundos para ser recuperada, tempo em que um veículo a 80km/h percore 155 metros, o suficiente para causar um grave acidente. Pensando nisso, os pesquisadores explicam a importância do sistema. Seu funcionamento não é muito complicado de se entender. O COMMUTER é acionado automaticamente quando o farol alto do veículo é ligado. Dessa forma, a partir de sensores, o sistema identifica a presença de um carro vindo no sentido oposto e assim, diminui a incidência de luz contra esse veículo. E após o cruzamento, volta a aumentar a incidência de luz ao verificar a ausência de carros à sua frente.


O COMMUTER demorou cinco anos para ser desenvolvido e já foi homologado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Físicos afirmam ter criado material mais magnético do mundo

Físicos afirmam ter criado material mais magnético do mundo













cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados. [Imagem: Jian-Ping Wang]

Limites do magnetismo

A teoria afirma que a intensidade do magnetismo de um material tem limites, o que provavelmente está correto. Mas o que está sob suspeita é onde esse limite se encontra.

A equipe do Dr. Jian-Ping Wang, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, sintetizou um material que é 18% mais magnético do que se acreditava possível.

O super ímã é formado por oito partes de ferro e uma parte de nitrogênio, um cristal não muito estável, cuja fórmula é Fe16N2.

Origem do magnetismo

Segundo reportagem da revista Science, a chave para o supermagnetismo está na estrutura extremamente complicada do cristal de Fe16N2.

O magnetismo de um material decorre do giro dos seus elétrons. Cada elétron funciona como um minúsculo magneto, com um campo magnético alinhado com o eixo do seu spin - quanto mais elétrons giram na mesma direção, maior se torna o magnetismo do material.

No cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados.

Os elétrons que fluem entre os aglomerados comportam-se como os elétrons do ferro comum. Mas os elétrons dos átomos que circundam o átomo de nitrogênio tendem a ficar "travados" no lugar.

Como resultado, garante Wang, esses átomos contribuem para o magnetismo total do material de forma mais intensa do que os átomos individuais, aumentando a intensidade desse magnetismo.

Super ímã

Apesar dos resultados excepcionais, outros pesquisadores estão vendo os resultados com cautela, porque esse mesmo material já havia sido anunciado como um "super ímã" antes.

Um experimento anunciado por pesquisadores da empresa Hitachi contrariou essas observações - mas ninguém conseguiu repetir o experimento, e o assunto continua controverso até hoje.

O grande problema reside justamente na dificuldade de fabricar cristais de Fe16N2, que é metaestável e tende a se "quebrar" em outras estruturas cristalinas.

A equipe de Wang, no entanto, argumenta que vem aprimorando as técnicas há anos e que agora é capaz de crescer amostras de Fe16N2 estáveis.

Se esses novos ímãs puderem ser produzidos comercialmente, poderá ser possível, por exemplo, fabricar cabeças de leitura de discos rígidos menores e mais eficientes, permitindo colocar mais dados na mesma área e dando novo impulso ao crescimento da capacidade de armazenamento magnético.


Fonte: Inovação Tecnológica

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O incrível estacionamento sem paredes de 65 milhões de dólares em Miami



Este incrível estacionamento de 65 milhões de dólares na Lincoln Road, 1111, em Miami é quase totalmente sem paredes. Isso apesar de ter lá dentro 300 carros, inúmeras lojas de luxo e alguns apartamentos caríssimos.

O prédio do número 1111 da Lincoln Road não é o primeiro estacionamento de uso misto a incorporar comércio e residências em seu projeto, mas é o primeiro que vimos fazer de modo tão artístico. Criado para acompanhar o banco que foi construído ao lado, o 1111 é um trabalho do escritório de arquitetura Herzog & de Meuron. Tecnicamente o prédio tem 11 andares, mas cada andar tem uma altura diferente, variando entre 2,1 e 10 metros.



O piso térreo é projetado para o comércio (lugares caros como a Taschen e Inkanta), com o último andar usado para as coberturas e um enorme salão de festas. Tudo o que fica no meio é arte ou estacionamento.

E antes que você se preocupe com a possibilidade de alguém cair do prédio ou bater em uma loja, saiba que os carros só entram lá com manobristas.

Fonte: Jalopnik

LHC funciona na potência total e colide prótons pela primeira vez

Hoje, 30 de março de 2010, às 8h06 (horário de Brasília), o acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider) atingiu enfim sua meta de potência de 7 TeV (tera elétron-volts), e colidiu partículas sub-atômicas pela primeira vez. Agora físicos em todo o mundo aguardam ansiosamente pelos dados resultantes do experimento, que prometem abrir muitos novos caminhos para a ciência.


“Começa a busca pela matéria escura, novas forças, novas dimensões e o Bóson de Higgs,” disse a porta-voz de um dos núcleos do LHC, Fabiola Gianotti. Rolf Heuer, diretor geral do CERN — a organização de pesquisas responsável pelo LHC — também se mostrou bastante animado com as conquistas científicas desta manhã: “é um ótimo dia para ser um físico de partículas”, disse ele.


O LHC tinha atingido o recorde de 3,5 TeV há cerca de 10 dias atrás. Hoje o LHC inicia um novo ciclo, no qual trabalhará por 18 a 24 meses com a energia de 7 TeV, já se preparando para a seguir colidir partículas com o dobro da energia: 14 TeV.
Veja no vídeo abaixo a reação dos cientistas no CERN ao ver que os feixes de prótons haviam colidido com sucesso pela primeira vez (a partir dos 50 segundos do vídeo):







Fonte: Tecnoblog

LHC bate seu próprio recorde

LHC: em busca dos 7 TeV (Imagem: Wired)

O LHC (Large Hadron Collider) atingiu sua mais alta potência até o momento, levando-o um passo mais perto da potência máxima de 7 trilhões de elétron-volts e da meta das novas descobertas físicas às quais o acelerador de partículas pode levar dessa maneira.


O recorde anterior do LHC havia sido de 1,18 TeV (tera elétron-volt, ou trilhão de elétron-volt). Na manhã desta sexta-feira (19), raios de prótons com três vezes mais energia circularam pelo acelerador de partícula, estabelecendo o novo recorde de 3,5 TeV.


Como vocês devem ter percebido pelo fato do mundo ainda não ter acabado, o teste foi bem sucedido, o que deixou os cientistas muito satisfeitos e animados. James Gillies, Diretor de Comunicações do CERN — a organização de pesquisas responsável pelo LHC — disse que este foi um grande marco:


“É fantástico — realmente não há nada em nosso caminho para começar nosso programa em direção aos 7 TeV,” disse Gillies.


Fonte: ZDNet

Empresa projeta carro que levanta vôo em 1 minuto

Agência de Projetos de Pesquisa Avançados de Defesa (Darpa), do Departamento de Defesa dos EUA, lançou no início do ano um desafio: queria o projeto de um carro voador. Suas únicas exigências: teria que ser um veículo de até quatro lugares que se saisse bem tanto no solo como no ar. Ele deveria levantar voo verticalmente.



A empresa AVX Aircraft anunciou seu projeto: este veículo que você vê acima com dois rotores (são como as “hélices”) em um eixo e dutos de vento para ajudar na propulsão. Ele suportaria até 470 quilos e andaria na velocidade máxima de 130 km/h no solo. No ar, o valor sobe para 225 km/h. Com a carga total, atingiria até 3 mil metros de altitude e viajaria 400 km com apenas um tanque de combustível.



A conversão de modo terrestre para aéreo aconteceria em 60 segundos, de acordo com a AVX. Esta imagem é só um conceito e não há previsão alguma para seu desenvolvimento. Para a Darpa, um carro voador teria propósitos militares.

Fonte: Galileu

terça-feira, 27 de julho de 2010

Arquitetura que cola:obra exigiu nova técnica de construção civil

Arquitetura que cola: obra exigiu nova técnica de construção civil

Os Parassóis, atualmente em construção em Sevilha, serão as primeiras obras de construção civil a utilizar uma nova técnica que permite que as estruturas sejam totalmente fixadas por colagem.[Imagem: J. Mayer H. Architekten]

Os "Parassóis Metropolitanos" estão para se tornar a grande atração da cidade de Sevilha, na Espanha.


Mas essa mistura de maravilha arquitetônica e peça de arte esteve ameaçada mesmo depois do início das obras.


O trabalho só pôde continuar depois da criação de novas técnicas de construção.


Cola que descola


Com as técnicas de fixação mecânica descartadas pelos arquitetos e engenheiros logo de início, por razões estruturais, a saída era colar as vigas aos elementos de sustentação, substituindo totalmente pregos e parafusos.


Entretanto, as colas disponíveis não se mostraram capazes de suportar o calor do verão. Testes iniciais previram que a cola poderia simplesmente perder seu poder de adesão nos cada vez mais quentes verões europeus, liquefazendo-se e fazendo a estrutura desmontar-se como um castelo de cartas.


Os adesivos disponíveis eram capazes de resistir a temperaturas de até 60 graus, algo não muito difícil de ser alcançado em determinadas partes de uma construção - como o sótão de uma casa, ou o espaço entre o laje e o telhado - com o Sol a pino.


"Verificamos as temperaturas que podem ocorrer no local e usamos simulações para determinar a carga térmica que elas poderiam provocar no interior dos materiais de construção", explica Dirk Kruse, do Instituto Fraunhofer, da Alemanha, instituição que foi chamada para tentar salvar o projeto.


Os resultados mostraram que as temperaturas alcançadas praticamente coincidiam com os limites da cola - não deixando nenhuma margem de segurança. As opções não eram nada confortáveis: ou o adesivo era melhorado, ou as autoridades seriam obrigadas a paralisar a construção.


Têmpera do adesivo


A solução foi encontrada em um processo muito conhecido na indústria metalúrgica e de vidros: a têmpera.


"Assim que os componentes tenham sido colados no local, eles são novamente aquecidos," explica Kruse. "Isto faz com que ocorram reações de pós-cura que reforçam a ligação."


O resultado é a diminuição da probabilidade de que o adesivo venha a se liquefazer, mantendo sua estabilidade com uma ampla margem de segurança em relação ao estresse térmico esperado.


"Este é o tipo de solução que vai ajudar a firmar a tecnologia adesiva na indústria da construção civil," afirma Kruse.


Cola na construção civil


Embora os adesivos sejam amplamente usados em situações críticas, como na indústria aeronáutica, o uso de colas para aplicações estruturais na indústria de construção civil só agora dá seus primeiros passos.


Os pesquisadores afirmam acreditar que a nova técnica de têmpera deverá abrir um novo leque de possibilidades que logo deverão ser exploradas pelos arquitetos.


Fonte: Inovação Tecnológica

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cadeira de rodas elétrica ficará mais barata com peças nacionais

Cadeira de rodas elétrica ficará mais barata com peças nacionais
O custo de produção das peças nacionalizadas para as cadeiras de rodas elétricas chega a ser dez vezes menor do que as importadas. [Imagem: Marcos Santos/USP]

Engenheiros do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica (Poli) da USP estão desenvolvendo módulos de controle (placas eletrônicas) e instrumentos para cadeiras de rodas motorizadas com tecnologia nacional.


O custo de produção das peças nacionalizadas chega a ser dez vezes menor do que as importadas.


Cadeiras de rodas eletrônicas


Cadeiras de rodas mais avançadas chegam a custar US$ 15 mil, mais taxas de importação dos Estados Unidos e da Europa. Elas são capazes de controlar computadores e aparelhos de controle remoto, erguer a pessoa verticalmente e descer rampas com conforto. Os módulos de controle são responsáveis por boa parte do preço, chegando a custar US$ 5 mil.


As fábricas brasileiras produzem cadeiras de rodas simples e importam as placas eletrônicas que as controlam. A direção das cadeiras é feita por meio de joysticks, que são adequados apenas para pessoas com pelo menos uma mão livre.


Quem perde o movimento das mãos precisa importar instrumentos para dirigir as cadeiras por intermédio de sopros ou usando os dedos, queixo ou punho. O preço do controle de sopro chega aos 1.400,00 euros, segundo os orçamentos encontrados pelo LSI.


Cadeira de rodas elétrica nacional


O módulo que os pesquisadores da USP estão desenvolvendo deverá ter as mesmas funções que os mais caros do exterior. Porém, o custo de produção deverá ser cerca de R$ 300,00 e as configurações serão mais fáceis de entender. Os engenheiros também estão desenvolvendo controles de sopro, (custo esperado de fabricação: R$ 220,00), botões para apertar com os dedos (R$ 20,00) e punhos (R$ 75,00) e touchpad (R$ 65,00 ).


O LSI já produziu e está aperfeiçoando o módulo, touchpad e botões para os punhos e dedos. Falta tornar o módulo capaz de interagir com aparelhos eletrônicos e fazer ajustes de segurança. Também é preciso terminar o desenvolvimento do software que controla a cadeira e do que a configura.


O objetivo dos pesquisadores é concluir os produtos em dezembro e disponibilizar para empresas nacionais a receita de como fabricá-los e os softwares para programá-los.


A maior dificuldade do desenvolvimento tem sido escolher componentes baratos e fáceis de encontrar em lojas no País, explica Marcelo Archanjo, líder da equipe que trabalha no projeto. Para atender essas exigências, o módulo de controle deverá ser um pouco maior do que seria se fosse produzido com os chips vendidos no exterior. Mas deverá ter a mesma qualidade.


Módulo nacional


A pesquisa é fruto de um convênio do LSI com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD). O investimento da secretaria foi de R$ 700 mil.


"A Secretaria está investindo no desenvolvimento de um conjunto de produtos, abrindo caminho para que a indústria invista somente nas etapas de produção" diz Archanjo.


"O ganho não é simplesmente menor custo", diz Marco Pelegrini, Secretário Adjunto da SEDPcD. "O fato de ter um módulo nacional vai facilitar a adaptar a cadeira a cada paciente".


Normalmente, precisam de cadeiras de rodas motorizadas pessoas com distrofia muscular, tetraplegia, paraplegia, síndromes degenerativas dos músculos, paralisia cerebral e amputações.

sábado, 24 de julho de 2010

Computador Verde

O Froot da Dell é um computador do futuro (mas que logo em breve estará disponível) com a premissa de ser menos nocivo ao meio-ambiente.




Seu case é construído com polímeros vindos de materiais biodegradáveis e utiliza-se da projeção para exibir o teclado e o monitor. Ele não possui mouse, pois até lá, será possível controlar muita coisa apenas com o poder da mente.

[Behance Network via technabob via OhGizmo]



Brasil ganha usina termelétrica bicombustível
Primeira termelétrica do mundo a usar o combustível renovável para geração de energia elétrica, a UTE Juiz de Fora é na verdade uma usina flex(bicombustível).[Imagem: MCT]

Usina flex

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Resende, inauguram hoje (19), em Minas Gerais, a conversão da Usina Termelétrica Juiz de Fora (UTE JF), que passará a utilizar o etanol como combustível.

Primeira termelétrica do mundo a usar o combustível renovável para geração de energia elétrica, a UTE Juiz de Fora é na verdade uma usinaflex (bicombustível). Ela está operando em fase de testes com o etanol desde 31 de dezembro último. A unidade, instalada no Distrito Industrial de Benfica, em Juiz de Fora (MG), tem capacidade instalada de 87 MW.

A turbina adaptada da usina flex tem capacidade instalada de 43,5 MW. Nos próximos cinco meses a usina operará em fase de testes. Neste período, serão avaliados o desempenho da turbina consumindo etanol, a vida útil dos equipamentos e os níveis de emissões atmosféricas, como o óxido de nitrogênio (NOx). Os resultados poderão confirmar a utilização do etanol como mais uma fonte de geração de energia elétrica no Brasil e no exterior.

Geração Petrobras

A UTE JF faz parte do parque gerador da Petrobras, que tem capacidade instalada de 7.028 MW. A Petrobras é a oitava maior geradora de energia elétrica do país em capacidade instalada, com 14 usinas termelétricas a gás natural (5.820 MW), 12 a óleo (892 MW) e 15 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) - (316 MW).

Dependendo dos testes, além da UTE JF outras quatro usinas termelétricas da Petrobras podem ser adaptadas para utilizar também o etanol na geração de energia elétrica por disporem de turbinas com as mesmas características da que está em testes.

Juntas, as unidades passíveis de conversão têm capacidade instalada de 1.717 MW, o que demandaria 6,4 bilhões de litros de etanol por ano, caso operassem ininterruptamente.

Esse volume representa cerca de um quarto da atual produção brasileira de etanol. As UTEs passíveis de conversão são Mário Lago (922MW) e Barbosa Lima Sobrinho (348 MW), no Rio de Janeiro; Termoceará (222MW), no Ceará; e Rômulo Almeida (138 MW), na Bahia.

Conversão de turbina para álcool

A UTE JF foi escolhida para o projeto-piloto de conversão por oferecer condições físicas para abrigar a nova infraestrutura de tanques e equipamentos e também por ter disponibilidade para realização dos testes. O investimento total na conversão da usina para flex foi de R$ 11 milhões.

A conversão para uso do etanol consiste na troca da câmara de combustão, de dois bicos injetores e na instalação de equipamentos periféricos (sistema de recebimento, tanques, bombas, filtros) que permitem o recebimento, armazenamento e a movimentação do etanol para a turbina.

A nova câmara de combustão foi desenvolvida pela General Electric (GE) especialmente para uso de etanol e gás natural. A instalação dos equipamentos na turbina foi realizada na Oficina de Turbo Máquinas da Petrobras, em Macaé (RJ).

MIT cria fibra capaz de detectar e produzir som


Fibra desenvolvida pelo MIT  (Imagem: Research Laboratory of Electronics - MIT)
Fibra desenvolvida pelo MIT (Imagem: Research Laboratory of Electronics - MIT)
Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) criaram uma fibra capaz de detectar e produzir som, revela um estudo publicado na revista "Nature Materials".

Este novo material pode futuramente ser aplicado em vestuários que será capaz de capturar som, acompanhar funções do corpo humano e até recolher informações sobre o fluxo sanguíneo.


Os investigadores também acreditam na aplicação da fibra em sistemas de sonares para monitorar oceanos, sendo que uma faixa de tecido composto pelos filamentos seria o equivalente a milhões de pequenos sensores acústicos. "É possível fazê-la vibrar ao ligá-la a uma corrente eléctrica. Caso a frequência seja audível, dá para ouvir diferentes notas a sair do material", explica Chocat, do departamento de ciência dos materiais do MIT.

Composta por plástico utilizado em microfones, esta fibra criada por uma equipa liderada por Yoel Fink reúne diferentes compostos, como o grafite. Foi testada dentro de um tanque com água, que é melhor condutor de ondas sonoras doque o ar, sendo que um dispositivo emitiu sinais sonoros com a fibra dentro do recipiente.

Zheng, outro investigador do MIT, destaca que o mesmo mecanismo usado na construção da fibra também poderá ser aplicado na geração de energia eléctrica. O próximo passo dos cientistas é combinar as propriedades dos filamentos gerados em laboratório num único material, com objectivo de permitir a comunicação entre fibras refletoras.

Bicicleta veio do futuro

A Grace veio do futuro

Bicicleta alemã será objeto de luxo e amiga do ambiente

Transporte amigo do ambiente e design futurista
Transporte amigo do ambiente e design futurista

Ainda há empresas que apostam fortemente na crescente evolução e inovação e nem a crise as trava.

Neste caso, nem se poderia falar da actual conjuntura económica para descrevermos o novo produto de alta tecnologia construído artesanalmente em alumínio e fibra de carbono.

Há quem diga que se trata de uma extravagância, outros de uma inovação com visão futurista, que poderá parecer uma simples motorizada, mas não o é.

A Grace, produzida por uma firma alemã com o mesmo nome, é uma bicicleta criada a partir de um conceito inovador – surge como a primeira e-motorbike. No entanto, será para muito poucos; para além de ser lançada “em edição limitada” e considerada um objecto de luxo, o valor não é para o bolso de qualquer um, já que poderá exceder os 5877 euros (preço sem IVA e apenas para o modelo base).

É controlada por microprocessador
É controlada por microprocessador

E para quem pensar que surge para contrariar o ambiente que se desengane. É construída numa estrutura ultra leve, em que o alumínio CNC é o material base e em fibra de carbono. O seu motor eléctrico (com energia de 1300 watts) é alimentado por uma baterias de iões de lítio, é silenciosa e sem emissões de dióxido de carbono, pois apenas requer alguns metros quadrados de painéis solares.

A bateria carrega em apenas uma hora e é tão leve que pode ser levada no carro, comboio ou autocarro e é totalmente legal nas estradas. Segundo a empresa, “é mais flexível do que uma E-scooter e mais estável do que uma E-bike”.

A Grace pode ser personalizada
A Grace pode ser personalizada

Algumas das características deste velocípede são semelhantes com outras bicicletas, mas esta pode ser personalizada – construída à medida, tem 64 cores disponíveis e uma caixa controladora, os travões são hidráulicos e accionam o farol de stop e o motor pode ser normal, de corrida ou montanha. Pode chegar a uma velocidade de 45 quilómetros por hora e é controlada por um microprocessador integrado no bloco do guiador.

A Grace foi concebida pelos engenheiros mecânicos Karl-Heinz Nicolai e por Michael Hecken. A quantidade de e-motorbikes lançadas a partir de janeiro de 2010, em “edição limitada”, não é revelada ao público e para encomendá-la terá de ser online.

NASA detecta maior molécula existente no espaço

O Telescópio Espacial Spitzer descobriu no espaço, pela primeira vez, moléculas
de carbono conhecidas como "buckyballs", uma espécie de bola de futebol formada
por 60 átomos de carbono. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Maior molécula no espaço

O Telescópio Espacial Spitzer, da NASA, descobriu no espaço, pela primeira vez, moléculas de carbono conhecidas como "buckyballs".

Buckyballs são moléculas em forma de bola de futebol que foram observadas pela primeira vez em laboratório há apenas 25 anos.

Elas devem seu nome à semelhança com as cúpulas geodésicas do arquiteto Buckminster Fuller, que têm círculos interligados na superfície de uma meia-esfera. Os cientistas já acreditavam que elas poderiam existir flutuando no espaço, mas ninguém havia conseguido detectá-las até agora.

"Nós encontramos aquelas que são agora as maiores moléculas existentes no espaço," disse o astrônomo Jan Cami, da Universidade de Western Ontario, no Canadá. "Estamos particularmente entusiasmados porque elas têm propriedades únicas que as torna elementos importantes para todos os tipos de processos físicos e químicos acontecendo no espaço."

Fulerenos no espaço

As buckyballs são formadas por 60 átomos de carbono dispostos em estruturas esféricas tridimensionais. Seus padrões alternados de hexágonos e pentágonos coincidem com o desenho típico de uma bola de futebol.

Os astrônomos descobriram também, pela primeira vez no espaço, a parente mais alongada das buckyballs, conhecida como C70. Estas moléculas, constituídas de 70 átomos de carbono, têm uma forma ovalada, mais parecida com uma bola de rugby.

Os dois tipos de moléculas pertencem a uma classe conhecida oficialmente como buckminsterfulerenos, ou simplesmente fulerenos.

As bolas de carbono foram localizadas em uma nebulosa planetária chamada Tc 1.Nebulosas planetárias são restos de estrelas como o Sol, que expelem suas camadas exteriores de gás e poeira à medida que envelhecem. Uma estrela quente e compacta, ou anã branca, que está no centro da nebulosa, ilumina e aquece essas nuvens de poeira estelar.

As buckyballs foram encontradas nessas nuvens, talvez refletindo uma fase curta da vida da estrela, quando ela arremessa para o espaço uma nuvem de material rico em carbono

As buckyballs vibram em uma grande variedade de modos - 174 maneiras diferentes
de sacudir, para ser mais exato. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/University of Western Ontario]
Moléculas vibrantes

Os astrônomos usaram os instrumentos de espectroscopia do Spitzer para analisar a luz infravermelha da nebulosa planetária, observando então as assinaturas espectrais das buckyballs.

Estas moléculas estão aproximadamente a temperatura ambiente, a temperatura ideal para emitir os distintos padrões de luz infravermelha que o Spitzer consegue detectar. Segundo Cami, o Spitzer olhou para o lugar certo na hora certa. Um século mais tarde, e as buckyballs poderiam estar frias demais para serem detectadas.

As buckyballs vibram em uma grande variedade de modos - 174 maneiras diferentes de sacudir, para ser mais exato. Quatro desses modos de vibração fazem as moléculas absorver ou emitir luz infravermelha. Todos os quatro modos foram detectados pelo Spitzer.

Os astrônomos estudaram os dados, um espectro como o mostrado na figura, para identificar as assinaturas, espécies de impressões digitais das moléculas. Os quatro modos de vibração das buckyballs estão indicados pelas setas vermelhas. Da mesma forma, o Spitzer identificou os quatro modos de vibração das moléculas C70, indicados pelas setas azuis.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Engenheiro cria mesa que fica estável em qualquer superfície

A maioria das pessoas já se irritou com uma mesa ou uma cadeira "manca", quando um dos pés não consegue tocar o chão, geralmente por irregularidades do piso. Mas o engenheiro norte-americano Nicholas Oxley parece ter encontrado a solução para o problema.

A "Mesa Auto-Estabilizante" ajusta-se automaticamente a condições imprevisíveis do piso, repousando perfeitamente estável sem balançar e sem irritar seus usuários. O projeto foi um dos premiados em um concurso promovido pela NASA e pela empresa Emhart.

A mesa consiste em uma superfície fixada em um quadro sustentado por dois pares de pernas. Um dos conjuntos de pernas permanece fixo ao quadro, enquanto o outro possui cinco graus de liberdade nas duas direções ao longo do eixo central do quadro. Isto permite que a mesa encontre quatro pontos de contato na maioria das superfícies.

As pernas, que são conectadas ao eixo central do quadro, são acopladas por meio de um mecanismo de dilatação e amortecimento. Esse mecanismo age como um sólido e retém seu formato mesmo quando recebe uma pequena pressão. Esta característica única permite que o quadro de sustentação ofereça resistência mesma a uma grande força, de forma que a mesa funciona como uma estrutura rígida quando submetida a uma pressão.

O componente de dilatação foi inventado por James Wright em 1943 em um experimento que combinava ácido bórico e silicone, criando um polímero. Como esse polímero possui grande flexibilidade, saltando grande cai no chão, ele acabou sendo comercializado como brinquedo infantil. Agora ele encontrou um aplicação que poderá ser um pouco mais séria.


Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 20 de julho de 2010

Especialista em trens britânicos revela seu próximo ícone dos transportes


Paul Priestman, o designer dos famosos trens Virgin Pendolino da Inglaterra, pensa que seu país precisa de um novo ícone dos transportes, um desses que mantenha o legado do Rolls Royce e do Concorde.

Priestman está disposto a convencer a Inglaterra de que trens com alta velocidade e tecnologia, como o Mercury, são a chave para ter transportes sustentáveis, com baixo uso de carbono, além de revigorar a indústria inglesa. E, assim como foram os Roll Royce e os Concordes, o Mercury seria o encontro da engenharia de primeira com o luxo.


O trem de dois andares com 400 metros — possivelmente o primeiro do país — viaja a 100 km por hora, graças ao seu bico extendido que é "um dos mais extremos do mundo". Ele abriga acentos para viajantes comuns com sistema de entretenimento, além de cabines privadas. E ainda há uma área de lazer para crianças e um bar com lounge para as crianças mais crescidinhas.


Mas para Priestman, não é o caso de apenas transportar pessoas a 100 km por hora com lazer e entretenimento embutido; ele vê o Mercury como uma "oportunidade crucial para coroar o design e a engenharia britânica no meio de uma crescente e competitiva economia global."

Britânicos apresentam o carro mais rápido do mundo


Uma equipe de engenheiros britânicos desenvolveu o que promete ser o carro mais rápido do mundo e já mostrou o protótipo à escala real do veículo supersónico. A réplica mede 12,8 metros de comprimento e é o resultado de três anos de trabalho.

O Bloodhound está em exibição no Farnborough International Air Show (FIA), numa localidade próxima de Londres até 25 de Julho.

Bloodhound já está montado mas não foi testado em terra

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Avião a energia solar faz teste de voo de 24 horas na Suíça

Fonte: BBC Brasil



Vôo noturno com avião solar


Uma equipe suíça que planeja dar a volta ao mundo em um avião movido a energia solar começou nessa quarta-feira um vôo-teste de 24 horas.


Um primeiro vôo diurno do avião solar havia sido realizado em Abril.


O avião Solar Impulse decolou na cidade de Payerne, na Suíça. O objetivo do teste é verificar se o avião mantém sua capacidade de voar durante toda a noite.


Células fotoelétricas nas asas devem gerar e armazenar energia suficiente para manter a aeronave no ar por 24 horas.


O avião, tripulado somente pelo piloto, pesa o equivalente a um carro de tamanho médio, e as asas, juntas, medem 61 metros de ponta a ponta.


Veja mais detalhes na reportagem Avião movido a energia solar dará volta ao mundo.

sábado, 17 de julho de 2010

Gire para gerar energia


Que tal conseguir alguns preciosos minutos de energia para seu celular apenas girando uma bateria extra no dedo, tal como faz com seus chaveiros sempre que está de bobeira?


Esse produto-conceito dos engenheiros chineses Song Teaho e Hyejin Lee ainda não entrou em produção comercial, mas pode ser uma solução interessante em tempos de tecnologia verde.


Os designers dizem que se ele for girado 130 vezes, gera energia suficiente para uma chamada de 2 minutos ou para 25 minutos em modo de espera, o que pode ser o suficiente para avisar que seu carro quebrou no meio do nada, por exemplo. A conferir!



Fonte: Gadgets – Como tudo funciona

Olho biônico com retina artificial está pronto para ser implantado


Pesquisadores australianos apresentaram o protótipo de um olho biônico que está pronto para ser implantado no primeiro paciente humano.


A prótese ocular foi projetada para dar melhor qualidade de vida a pacientes com perda visual decorrente da retinite pigmentosa e da degeneração macular.


Olho biônico


O olho biônico, que até agora se encontrava em testes, consiste de uma câmera super miniaturizada e de um microchip implantado na retina do paciente.


A câmera, montada na estrutura de um par de óculos, capta a entrada visual, transformando-a em sinais elétricos que são enviados para o microchip.


O microchip, por sua vez, estimula diretamente os neurônios da retina que continuam saudáveis, apesar da enfermidade.


O implante permite que os pacientes ganhem uma visão em baixa resolução, devido ao pequeno número de células sadias da retina, e limitada pela quantidade de eletrodos da retina artificial.


Implante de retina


“Nós vislumbramos que este implante de retina dará aos pacientes uma maior mobilidade e independência, e que as futuras versões do implante acabarão por permitir que os usuários reconheçam rostos e leiam letras grandes,” diz o professor Anthony Burkitt, membro da equipe responsável pela fabricação do olho biônico.


O objetivo dos pesquisadores é passar de algumas manchas de claridade pouco definidas para uma visão biônica verdadeira dentro de cinco anos.


Até lá, eles planejam contar com uma retina artificial implantada na parte posterior do olho, recebendo os sinais captados pelas câmeras por meio de conexões sem fios.


O olho biônico está sendo fabricado por uma empresa emergente criada pelos próprios pesquisadores, aBionic Vision Australia, reunindo médicos, oftalmologistas, neurocientistas, engenheiros biomédicos e engenheiros eletricistas das universidades de Melbourne, Nova Gales do Sul e do Centro de Pesquisas dos Olhos, todos na Austrália.


Fonte: Inovação Tecnológica

Autodesk Incentiva Estudantes


A empresa norte-americana, Autodesk, é famosa pelos seus softwares voltados para Engenharia, Arquitetura e Desenho Industrial. Seus produtos oferecem ferramentas importantes para os profissionais da área que pretendem desenvolver projetos, fazer o modelamento tridimensional e realizar análises estruturais.

Pensando em expandir seus produtos para os estudantes, a Autodesk criou uma comunidade virtual onde, através de um cadastro pessoal, os estudantes interessados podem se informar sobre artigos, discutir com outros estudantes assuntos da área e o mais importante: FAZER DOWNLOAD GRÁTIS DOS PROGRAMAS.

Pelo site da comunidade Autodesk http://students.autodesk.com/ os estudantes podem, após o cadastro, fazer o download dos softwares da empresa gratuitamente, e ela oferece um registro com o nome do aluno, e-mail da faculdade, e outros detalhes. É fornecido um código de ativação e um serial. Após baixar o programa e instalar, é necessário fazer um novo registro, dando ao estudante o prazo de utilização de 13 meses, caso contrário o programa rodará por 3 meses.

São oferecidos programas para desenho industrial, animações, análises de tensões, engenharia civil, mecânica, entre outros.

Algumas universidades fazem uso do sistema, como a UNESP campus de Bauru, que em parceria com a Fundeb (Fundação para o Desenvolvimento de Bauru), oferece cursos aos estudantes interessados utilizando os softwares Autodesk.

Tecnologia na FAB

Vídeo mostra o desenvolvimento tecnológico da FAB (Força Aérea Brasileira) nos últimos anos. O vídeo é de 31/12/2009.